Eu
não quero sentir nada. Estou fazendo de tudo para tirar você da
minha cabeça, mas ela me prega peças. Sonho com você, pelo menos
umas três vezes na semana. Cada parte do meu dia me faz lembrar de
algo em você. Então está sendo difícil, muito difícil. Mas estou
me obrigando a seguir em frente. Esse sentimento de incerteza me
deixa na agonia, na angústia, na tortura. Não consigo te ler, não
sei o que você quer. Ao contrário de mim, é claro, que
involuntariamente sou lido por qualquer um. Ainda não consigo parar
de pensar em ti. Meu coração é mole, fraco, frágil. Vale a pena
te esperar? Você está com medo? Se estiver, saiba que eu também
estou.
Desequilíbrio Interno
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Minha história em 10 músicas
1. Uma música que te lembre um momento bom?
Waves - Mr. Probz
2.
Uma musica que defina sua vida?
Under Control - Calvin Harris & Alesso
3. Uma musica que te faz dançar na balada?
Turn up the Speakers - Afrojack & Martin Garrix
4.
Uma musica que foi tema em algum relacionamento?
Bones - Ms Mr
5. Uma musica que sempre te faz chorar?
Wicked Game - Gemma Hayes
6. Uma musica que seria toque do seu celular?
Scary Monsters and Nice Sprites - Skrillex
7. Uma musica que você tatuaria?
Wild World - Skins <3
8. Uma musica que te deixa com vontade de ficar com
alguém?
One Last Breath - Creed
9. Uma musica que você está viciado agora?
Am I Wrong - Nico & Vinz
10. Uma musica que faz as pessoas lembrarem de você?
Radioactive - Imagine Dragons
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Heartbreak Warfare - John Mayer
Uma vez que você queira começar
Ninguém realmente ganha
Em uma guerra de sofrimento
Ninguém realmente ganha
Em uma guerra de sofrimento
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Que 2015 seja igual a 2014!
O que dizer
do melhor ano da minha vida? Pois é, ele foi 2014. Antes de iniciá-lo, eu
estava acanhado e receoso. E muito. Era um ano de tensão, cuidados extremos e
responsabilidades imensas. Terceiro Ano do Ensino Médio não é fácil. Eu chegava
tarde em casa quase todos os dias. Exausto. Exausto das aulas, exausto dos
exercícios, exausto de tudo. Por isso, muitas vezes nem chegava a realizar
alguma tarefa escolar a mais naquele dia (o que me arrependo, porque poderia
ter feito grandes diferenças). Enfim, fora essa parte curricular, eu me diverti
muito.
Não sei o
que deve ter acontecido, mas fiz amizade com tanta gente que assustei. Fiquei
amigos de pessoas que nem sonhava que ficaria um dia, e permito dizer que foi muito incrível essa relação construída. O que eu me arrependo é de
não ter realizado-a antes.
Tudo começou
com um. Depois foram virando vários. Quando vi, pessoas que eu mal tinha
conversado algum dia, estavam chegando em mim e puxando assunto ou fazendo
graça. Foram muitas muitas palhaçadas, zoeiras. Já posso sentir saudade disso.
Algumas amizades, inclusive, foram tão reforçadas as quais mal imaginava o
alcance que poderia chegar. As pessoas que estiveram comigo no sofrimento e na
comemoração, eu as amo cada uma de um jeito muito forte. Graças à elas, superei
minhas dificuldades, ultrapassei minhas metas, e esqueci minhas angustias.
Nesse ano,
comecei a curtir mais a vida, a desfrutar os prazeres, a aprender novas
experiências. Algo que eu não tinha conhecimento anterior. Esse parte me ajudou
a me descobrir, e reconhecer minha identidade.
Nervosismo,
ansiedade, roer unhas, estresse, manchas na pele. Isso eu nem me atingiu
comparado às grandiosidades que presenciei e nem aos momentos especiais que
participei. Tudo foi muito bom. E eu só tenho a agradecer a Deus. Esse ano foi
uma benção que ele me deu.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Solidão
Ele ficava sozinho em seu quarto durante a tarde inteira. E a
noite. E novamente. Ia à cozinha uma vez ou outra para beliscar. Às vezes lia
um livro, ou entrava em redes sociais. “Sociais”. Ele se sentia mais solitário
nela do que qualquer outra coisa. Não conversava com ninguém. Assistia a
seriados ou lia séries para se conectar com pessoas, algo que ele necessita já
que em seu mundo real é escasso. Sua família é confortável, mas inexiste algo
que ele nunca teve de verdade e que precisava: um AMIGO.
É claro que ele tinha. Só que não havia algum em que estava ao seu lado para tudo. Ele sempre era coadjuvante. Seus amigos combinavam coisas sem ele, só pelo fato de ser considerado comum e menos importante.
Seus fluxos de pensamento corriam pela sua mente, e permaneciam ali. Não eram
expostos. Tímido, retraído, carente de compreensão. O mundo andava com suas
atividades, sem ele. Ele chorava porque queria enturmar, queria sentir que era
especial. Ele se forçava a conversar com as pessoas, e sempre era assim.
Valorizava todos que estavam ao seu redor e, ainda assim, não havia melhora.
Correndo atrás deles; ele nunca era procurado. Por causa disso, ninguém notava
seus conflitos.
Certa vez, a exclusão foi tanta, que pegou uma faca e cortou
seu braço, colocando a culpa em si mesmo e se perguntando se sentiriam sua
falta se não existisse mais naquele espaço. “O que há de errado comigo?”. No
final, se arrependeu. Solidão desestruturou-o. Incomodou-o ao extremo. Desequilibrou-o,
internamente. Isso trouxe conseqüências externas. Um pedido de socorro silencioso.
Talvez, em uma nova etapa de sua vida, ele conheça um grupo
que o acolha e torne-o protagonista, algo que ele nunca foi. Que o socorra e
salve daquela agonia. Até lá, suas marcas continuarão ascendendo em seu corpo.
sábado, 5 de julho de 2014
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