segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Que 2015 seja igual a 2014!


O que dizer do melhor ano da minha vida? Pois é, ele foi 2014. Antes de iniciá-lo, eu estava acanhado e receoso. E muito. Era um ano de tensão, cuidados extremos e responsabilidades imensas. Terceiro Ano do Ensino Médio não é fácil. Eu chegava tarde em casa quase todos os dias. Exausto. Exausto das aulas, exausto dos exercícios, exausto de tudo. Por isso, muitas vezes nem chegava a realizar alguma tarefa escolar a mais naquele dia (o que me arrependo, porque poderia ter feito grandes diferenças). Enfim, fora essa parte curricular, eu me diverti muito.

Não sei o que deve ter acontecido, mas fiz amizade com tanta gente que assustei. Fiquei amigos de pessoas que nem sonhava que ficaria um dia, e permito dizer que foi muito incrível essa relação construída. O que eu me arrependo é de não ter realizado-a antes.

Tudo começou com um. Depois foram virando vários. Quando vi, pessoas que eu mal tinha conversado algum dia, estavam chegando em mim e puxando assunto ou fazendo graça. Foram muitas muitas palhaçadas, zoeiras. Já posso sentir saudade disso. Algumas amizades, inclusive, foram tão reforçadas as quais mal imaginava o alcance que poderia chegar. As pessoas que estiveram comigo no sofrimento e na comemoração, eu as amo cada uma de um jeito muito forte. Graças à elas, superei minhas dificuldades, ultrapassei minhas metas, e esqueci minhas angustias.

Nesse ano, comecei a curtir mais a vida, a desfrutar os prazeres, a aprender novas experiências. Algo que eu não tinha conhecimento anterior. Esse parte me ajudou a me descobrir, e reconhecer minha identidade.

Nervosismo, ansiedade, roer unhas, estresse, manchas na pele. Isso eu nem me atingiu comparado às grandiosidades que presenciei e nem aos momentos especiais que participei. Tudo foi muito bom. E eu só tenho a agradecer a Deus. Esse ano foi uma benção que ele me deu. 




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