O que dizer
do melhor ano da minha vida? Pois é, ele foi 2014. Antes de iniciá-lo, eu
estava acanhado e receoso. E muito. Era um ano de tensão, cuidados extremos e
responsabilidades imensas. Terceiro Ano do Ensino Médio não é fácil. Eu chegava
tarde em casa quase todos os dias. Exausto. Exausto das aulas, exausto dos
exercícios, exausto de tudo. Por isso, muitas vezes nem chegava a realizar
alguma tarefa escolar a mais naquele dia (o que me arrependo, porque poderia
ter feito grandes diferenças). Enfim, fora essa parte curricular, eu me diverti
muito.
Não sei o
que deve ter acontecido, mas fiz amizade com tanta gente que assustei. Fiquei
amigos de pessoas que nem sonhava que ficaria um dia, e permito dizer que foi muito incrível essa relação construída. O que eu me arrependo é de
não ter realizado-a antes.
Tudo começou
com um. Depois foram virando vários. Quando vi, pessoas que eu mal tinha
conversado algum dia, estavam chegando em mim e puxando assunto ou fazendo
graça. Foram muitas muitas palhaçadas, zoeiras. Já posso sentir saudade disso.
Algumas amizades, inclusive, foram tão reforçadas as quais mal imaginava o
alcance que poderia chegar. As pessoas que estiveram comigo no sofrimento e na
comemoração, eu as amo cada uma de um jeito muito forte. Graças à elas, superei
minhas dificuldades, ultrapassei minhas metas, e esqueci minhas angustias.
Nesse ano,
comecei a curtir mais a vida, a desfrutar os prazeres, a aprender novas
experiências. Algo que eu não tinha conhecimento anterior. Esse parte me ajudou
a me descobrir, e reconhecer minha identidade.
Nervosismo,
ansiedade, roer unhas, estresse, manchas na pele. Isso eu nem me atingiu
comparado às grandiosidades que presenciei e nem aos momentos especiais que
participei. Tudo foi muito bom. E eu só tenho a agradecer a Deus. Esse ano foi
uma benção que ele me deu.
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